Os sons naturais, misturados brilhantemente ao jazz contemporâneo, ecoaram pelo mundo inteiro com o Pantanal Jam, levando a melodia da conservação e da natureza pelo mundo.

Com a apresentação do premiado grupo musical brasileiro Urbem, do renomado trombonista Ryan Keberle e do pianista Paulo Calasans, o Pantanal Jam trouxe uma experiência imersiva que traduz a essência do bioma pantaneiro através da música. As nove composições originais incorporam gravações sonoras de vida selvagem, paisagens naturais e o correr das águas do Pantanal, com gravações feitas dentro do próprio território, ampliando o diálogo entre arte, natureza e conservação ambiental.


Este projeto funde a sofisticação do jazz com os sons naturais e selvagens do Pantanal, dando vida às suas paisagens e sua essência. Destacando os talentos incríveis de Ryan Keberle e de Paulo Calasans, que juntos canalizaram a essência do Mato Grosso do Sul para os palcos de todo Brasil e do mundo.
Além de promover a conscientização por meio da música, o Pantanal Jam deu visibilidade e destacou o protagonismo de ONGs que atuam incansavelmente na proteção da biodiversidade do Pantanal e no fortalecimento das comunidades locais, transformando seu palco em vitrine para projetos que preservam espécies ameaçadas, promovem a educação ambiental e desenvolvem ações de impacto social com comunidades ribeirinhas, povos indígenas e pequenos produtores.


Entre as organizações presentes estão instituições reconhecidas nacionalmente por seu trabalho contínuo na defesa do bioma, tais como:
Instituto SOS Pantanal – Uma organização sem fins lucrativos que atua na prevenção e combate a incêndios florestais por meio das Brigadas Pantaneiras, restauração de áreas degradadas, proteção de nascentes, defesa do bioma do Pantanal e divulgação de sua importância. O instituto utiliza ciência e projetos para defender o bioma, buscando proteger a biodiversidade e a cultura do Pantanal.

Instituto Homem Pantaneiro (IHP) – Uma organização sem fins lucrativos da sociedade civil fundada em 2002 que trabalha para preservar o bioma do Pantanal e a cultura local. Suas atividades incluem a gestão de áreas protegidas, promoção da pesquisa, monitoramento ambiental, recuperação de áreas degradadas, conservação dos corredores de biodiversidade e o desenvolvimento de programas como a Rede Amolar e o Memorial Homem Pantaneiro.
Instituto Arara Azul – Organização criada pela bióloga Neiva Guedes, o instituto trabalha desde 1990 com projetos de gestão, monitoramento e educação ambiental para garantir a sobrevivência da espécie “arara-azul” e a preservação de seu habitat.

Onçafari – Organização é dedicado à conservação da biodiversidade e à preservação de animais selvagens, com foco especial na onça-pintada. O Onçafari busca promover a convivência entre a vida selvagem e as comunidades locais, utilizando a pesquisa científica e o ecoturismo como suas principais ferramentas.

Muito mais que um concerto musical, o Pantanal Jam une conservação ambiental, a riqueza natural do bioma pantaneiro e o trabalho de diversas ONGs. O projeto convida o público a ouvir com propósito e sentir a harmonia entre a arte e a natureza, unidas para proteger um dos biomas mais encantadores do planeta.
Escrito por: Carolina Lack


